sábado, 15 de dezembro de 2012

Ícones de séries de TV para o seu Mac.

Pra quem tem Mac, fiz uns ícones de séries de TV em PNG para serem aplicados nas pastas.

Link para download: ícones séries



Instruções:


1- Abra o arquivo PNG no Preview;

2- Selecione toda a imagem (command+a) e copie (command+c);

3- Dê Get Info (command+i) no ícone da pasta do Finder que deseja aplicar a imagem;

4- Aperte TAB para selecionar o ícone de pasta na janela de Info e cole a imagem (command+v).

terça-feira, 14 de agosto de 2012

YouTube app, Vimeo e videos em streaming na sua Smart TV


JR 'WOMEN' - MORRO DE PROVIDENCIA - BRAZIL - LO-DEF from dan lowe on Vimeo.


É fato que o YouTube foi um dos motivos pelos quais decidi trocar a minha tv anterior por um modelo Smart, eu não tenho tv por assinatura e não pretendo ter. Insisto na internet como minha fonte de informação e entretenimento, sem grade de programação e praticamente a qualquer hora em qualquer lugar.

O app do YouTube para a Smart TV da Samsung é razoável, permite que você tenha acesso aos seus favoritos, faça buscas, zapeie por canais temáticos etc. Mas o streaming é muito ruim, e aí acaba que não serve para o que se propõe. E eu tenho uma internet de 10Mb. Qualquer video engasga com uma frequência impraticável, eu queria assistir ao Nerd Office na TV e não consigo. Há outras opções de streaming de video como o AOL HD (funciona bem) e outros apps que não baixei para experimentar. Suspeito que a culpa nem seja propriamente do app ou da minha conexão, já que os videos do YouTube mesmo no computador têm falhado muito ultimamente.

Ontem quando deitei, não queria dormir e resolvi abrir o app do Vimeo, que sei que o streaming rola numa boa, também roda vídeos em HD e comecei a zapear aleatoriamente. Comecei a ficar superinteressado, a quantidade de videos interessantes é abundante, são curtas, pequenos documentários, clipes, animações e uma seleção de muito mais bom gosto que o popular lixo do YouTube.

Vi algumas sequências curtas de time-lapse de um tal de "arixonix" (video abaixo) que são espetaculares. Se puderem assistir em HD fullscreen mesmo no seu laptop, o façam.

Outro que achei muito bacana é o "JR 'WOMEN' - MORRO DE PROVIDENCIA - BRAZIL - LO-DEF" (video acima). São 17min. de uma mistura de video com sequências de fotos time-lapse e depoimentos em audio que percorre becos, lajes, escadarias, rostos em close e o interior de barracos da favela.

O Vimeo é um prato cheio pra deixar rolar aleatoriamente videos de arte, clipes, documentários e o que seja na TV e ver coisas interessantes sem muita pretensão.



Санкт-Петербург / St. Petersburg (2012) from arixonix on Vimeo.

sábado, 11 de agosto de 2012

"Clyde Bruckman's Final Repose" - Arquivo-X S03E04

Estou podendo ter o prazer de rever uma de minhas séries preferidas, The X-File, finalmente na ordem. O mais recente episódio que assisti, "Clyde Bruckman's Final Repose", já entrou para a minha lista de preferidos. Não lembro de tê-lo visto na época em que a série passava na TV.
Estrelado pelo ator Peter Boyle (The Young Frankenstein, Everybody Loves Raymond), que faz o inteligente vidente de poderes verdadeiros Clyde Bruckman, o episódio tem diálogos ótimos a começar pela sacaneada que o agente Mulder dá no outro vidente, um charlatão metido que quer participar da investigação de assassinatos em série a fim de se promover.
Peter Boyle, fora dos papéis cômicos a que estamos acostumados a vê-lo fazer, deu seu show neste quarto episódio da terceira temporada de Arquivo-X, o que lhe rendeu um prêmio Emmy de Ator Convidado de Destaque em Série Dramática. Também pelo mesmo episódio, Darin Morgan ganhou o Emmy de Roteiro de Destaque.
Recomendo muito esse episódio, até porque é totalmente independente da trama principal, podendo ser visto como um caso completo e isolado por aqueles que não têm intimidade com série.

André Imbuzeiro

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Uma Ameaça. Dois Sobreviventes.


Depois do trabalho num feriado, o dia tinha que ter algo a mais para ter valido a pena. Corri para dar uma pedalada antes que o tempo fechasse novamente e caísse a noite. O clima parecia dar uns 30min de segurança. Vesti a camisa de polyester azul esportiva sobre a de algodão e tênis. Na bermuda de nylon grafite, coloquei a identidade e uns trocados no bolso direito, o iPhone no de trás e um pequeno saco plástico verde no esquerdo. Ah! os óculos escuros para evitar o ressecamento das lentes de contato pelo vento e que meus olhos sejam alvejados por partículas no ar. Fones nos ouvidos, plugue conectado e Green Day no modo shuffle. Saí rumo à orla do Recreio dos Bandeirantes pela ciclovia, sentido Pontal.

A ciclovia da orla estava descongestionada, dava para pedalar mantendo a passada e fazer poucas ultrapassagens. Atenção aos pedestres atravessando. Atenção dobrada ao sinal de criança na pista, velocidade reduzida.

Depois de deixar o Pontal, tentei voltar mais veloz, pois o céu estava negro e pesado e eu temia a tempestade. Quando percebi as pessoas apressadas deixando a praia e os trabalhadores dos quiosques recolhendo tudo com certa pressa, entendi que aquela velocidade não seria suficiente.

No meio do caminho comecei a sentir alguns pingos e arrisquei dar uma parada rápida para um registro da paisagem. O vento estava a favor e logo cheguei à travessia da Av. Sernambetiba (ou Lúcio Costa, que eu me recuso a aceitar). A travessia é uma pegadinha perigosa para quem vai em direção à praia: há duas vias no mesmo sentido e a terceira no sentido contrário. Ao atravessar a primeira via, um distraído pode por a vida em risco se olhar para o outro lado esperando que venham os carros, que vem do mesmo lado da via anterior.

Quando atravessei, já estava chovendo bastante. Mais adiante, depois da ponte, tirei os óculos porque a ciclovia é mal iluminada. Parei novamente, já bem molhado, temendo estragar o iPhone, que embrulhei rapidamente dentro do saco plástico verde que estava no bolso da bermuda e o coloquei na bolsa do quadro da bicicleta. Cheguei em casa encharcado mas o iPhone sobreviveu.
Um homem prevenido vale por dois.

André Imbuzeiro

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Golpe de cheques adulterados - fica a dica.

Cheques preenchidos por máquinas de preencher cheques, aquelas que você só assina depois de preenchido automaticamente pela máquina numa ''cortesia'' do local onde você está pagando, podem ser apagados em microondas, sobrando apenas a sua assinatura, que é feita a caneta, diferente do restante onde foi feita com a tinta da máquina de preencher cheques...
Golpistas que atuam em Santa Catarina descobriram um jeito de adulterar os valores de cheques que são preenchidos em máquinas eletrônicas. Os valores dos cheques impressos mecanicamente são apagados quando colocados em fornos microondas por determinado tempo e potência.

Com o procedimento, apenas a assinatura do cliente, feita a caneta, permanece intacta. Assim, os cheques podem ser preenchidos novamente.
"O preenchimento [pela máquina] é feito com toner, que é um pó. Este pó é desintegrado dentro do microondas", diz o perito em falsificações Arnaldo Ferreira.

Nos últimos dois meses, uma mesma agência bancária de Florianópolis recebeu 11 cheques adulterados da mesma forma.

Segundo o perito, um cheque de R$ 27,00 emitido em um circo na capital foi compensado dois meses depois, em Feira de Santana , na Bahia , por R$ 4.200,00.

O perito recomenda, como precaução, usar a caneta para o preenchimento dos cheques.
CHEQUES PREENCHIDOS A MÁQUINA.
Divulgue esta informação! ! !

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Counter Strike: Global Offensive



Um novo Counter Strike está para ser lançado, o Global Offensive. Ainda tenho a minha licença do Counter Strike: Source e o jogo instalado no PC, apesar de não jogar mais. Eu gostava bastante da variedade de mapas, mas parece que o Dust 2 ainda impera nos servidores e isso me deixou cansado e acabei abandonando o jogo depois que vi opções muito mais divertidas de partidas de tiro online em Battlefield 2: mapas enormes, veículos terrestres, aquáticos e aéreos, classes, divisões por esquadrões etc.
Em uma matéria a VALVE (desenvolvedora) diz não entender porque o jogo se tornou uma febre que persiste até hoje. Durante 2 anos eu vivi a experiência de ser presidente de um clã de CS: Source, o Destino, que tinha jogadores de diversas localidades do Brasil. Era muito divertido participar de partidas curtas de tiro durante algumas horas enquanto todos se comunicavam em áudio e brincávamos uns com os outros e com amigos de outros clãs. Fazíamos treinamentos táticos para participar de uma competição ou simplesmente descontrair toda uma tarde de domingo. Eu não tinha mais console de videogame e ver tv não era tão divertido. Acho que boa parte do sucesso do jogo se deve a essa facilidade de comunicação, ainda que os jogadores preferiam fazer essa comunicação por meio do programa Team Speak, que não é da Valve, em vez de usar o recurso do próprio jogo.
Eu esperava que a VALVE lançasse mesmo era o desfecho de Half-Life, cujo projeto eles dizem estar caminhando. Vamos aguardar para ver o que esse CS: Global Offensive vai oferecer.

Mais:
http://judao.mtv.uol.com.br/games/surgem-detalhes-sobre-counter-strike-global-offensive/




André Imbuzeiro

quinta-feira, 28 de julho de 2011

Macbook Roubado SP Capital

MacBook Pro 13.3" modelo AEM374BZA foi furtado ontem em S. Paulo Capital.
O numero de serie é 340033EE3ATM.

sábado, 9 de julho de 2011

L.A. Noire


Sabe, existem jogos que eu chego a ter o prazer por ter pagado para jogar. Foi assim com muitos (Killzone 3, God of War 3, Demon´s Souls e muitos no PC). Infelizmente os jogos para XBOX 360 não entram nesse mérito, mas os de Playstation 3 sim.
Acabo de terminar L.A. Noire, um jogão da Rockstar, a mesma da polêmica série Grand Theft Auto onde você "encarna" um bandido que rouba carros e cresce no mundo do crime (máfia, narcotráfico e gangues), para simplificar a estória.


Em L.A. Noire você está do lado do bem, jogando como um iniciante policial de rua que depois é promovido a detetive e passa a investigar casos de assassinatos, tráfico de drogas e outros crimes. Mas o mais bacana disso tudo é que toda ambientação do jogo se passa na Los Angeles do final da década de 40, com seus carros da época, jazz tocando nas rádios, toda aquela arquitetura, decoração, cartazes, letreiros, propagandas, as pin-ups surgindo em capas de revistas, roupas, chapéus, os efeitos causados nos sobreviventes da II Guerra Mundial, os termos e gírias de uma cidade que ainda tinha no alto de um morro escrito em letras grandes e maiúsculas "HOLLYWOODLAND". O cinema é palco de algumas missões bem legais do jogo.


A Rockstar sabe fazer uma cidade virtual de um videogame parecer viva, os cidadãos nas ruas reagem às suas barbeiragens no trânsito, te xingam ou se desesperam a ponto de deixar objetos como malas e guarda-chuvas caídos no chão se você sobe a calçada durante uma perseguição de carros. Por todo lado há gente andando, carros de diversos tipos passando e quase sempre respeitando aos sinais de trânsito. Há as linhas dos bondes e você pode sentir pela vibração do controle se está passando sobre os trilhos, subindo uma calçada ou passando sobre um desnível no asfalto. Você pode levar bem mais de 20 minutos para ir de uma ponta a outra da cidade mesmo de carro, é impressionante passar por diferentes áreas, edifícios, casas, construções bairros inteiros, já era assim em GTA: Vice City (Miami) e San Andreas (praticamente uma São Francisco digital).
Para resolver os casos você começa coletando as pistas na cena do crime, verifica o corpo de mulheres assassinadas, procura por paradeiros indo a endereços de todo tipo, faz perguntas, anota e consulta suas notas em um caderno, interroga suspeitos e os prende.
Opa, isso não é um filme? Na prática, sim, tanto que muitos jogos hoje tem seus personagens interpretados por atores de verdade e a Rockstar levou isso tão a sério em L.A. Noire que desenvolveu toda uma nova técnica de captura de movimentos faciais jamais vista. Só senti falta foi de uma musa melhor que a personagem Elsa.


André Imbuzeiro

quarta-feira, 15 de junho de 2011

Amanhã, outro dia

Primeiro dia de trabalho na Barra. Saio de casa resfriado. Frio. Pego o ônibus e chego cedo, 18 minutos de viagem confortável, excelente. A chave que tenho é do antigo escritório e de nada me serve. Faço uma ligação e dizem que estão a caminho. Aguardo na frente do edifício, de pé, deixando que o Sol me aqueça por 15 minutos. Subimos. Novo escritório bagunçado. Meu monitor, agora virado de costas para a parede. Lá se foi a privacidade. Cheiro de tinta, alergia e resfriado me fazem ir ao banheiro diversas vezes. Não tem internet. Fico sozinho trabalhando por um tempo. Vou fazer o reconhecimento da área saindo para almoçar. A praça de alimentação mais próxima fica a 5 minutos e é muito boa. De bucho cheio dou uma volta para registrar o que o local tem a me oferecer. Compro necessidade: barbeador, desodorante e chocolate. Volto para o escritório e para o banheiro. Fizemos uma conexão improvisada usando um iPhone para subir arquivos de dois clientes para seus respectivos sites. Tento descansar mas a coriza me atormenta. Fico jogando Mapa Minado no Windows por mais de 1 hora. Sem poder resolver mais nada decidimos ir embora mais cedo. 40 minutos de espera pelo ônibus assistindo o que sobrou de um eclipse lunar. Lá vem o ônibus. E lá vai ele, passou batido. Desespero. Ligo para minha irmã "aqui não é ponto, passou direto. Vou pegar um táxi, tá muito frio". De repente outro, mas esse foi muito piedoso, eu já estava para congelar ao vento. "Se ficar ali não vai pegar esse ônibus, o ponto é lá no McDonald's" me avisa o motorista piedoso. Conforto no assento, temperatura agradável, fecho os olhos e em pouco mais de meia-hora estou em casa. Na segunda casa. Banho. Quente desta vez. Jantar excelente de minha mãe. Me recolho sob o edredom, macbook no colo. Escrevo para simplesmente passar o tempo enquanto o sono não vem. Amanhã, outro dia.

André Imbuzeiro